MERCADO DE SUÍNOS REGISTRA OFERTA DE ANIMAIS VIVOS ABAIXO DA DEMANDA DE FRIGORÍFICOS

O mercado de suíno ainda tem registrado oferta de animais vivos abaixo da demanda de frigoríficos, segundo informações do Cepea. As cotações do vivo têm registrado, sucessivamente, os maiores valores do ano, mas os aumentos semanais têm diminuído. Segundo colaboradores do Cepea, os custos de produção têm se mantido ou até mesmo se reduzido em alguns casos, o que favorece a recomposição de caixa dos suinocultores. O poder de compra frente aos insumos melhorou significativamente nos últimos três meses, mas não o suficiente para retomar os níveis do início do ano. A receita que tem sido auferida favorece também o aumento do capital de giro, que tende a ser reinvestido na produção.
Entre 6 e 13 de dezembro, o Indicador do Suíno Cepea/Esalq de Santa Catarina foi o que mais subiu, 4%, passando para a média de R$ 3,14/kg na quinta-feira (13). Nos demais estados do Sul, houve alta de 1,2% no Paraná, a R$ 3,14/kg, e, no Rio Grande do Sul, o quilo do animal permaneceu estável a R$ 2,98. Em São Paulo, o animal foi comercializado a R$ 3,69/kg na quinta e, no estado de Minas, a R$ 3,95/kg – nesses estados, houve aumento de 1,4% e 0,3%, respectivamente.
No atacado da Grande São Paulo, a carcaça também valorizou. A comum teve alta de 1,3%, com o quilo a R$ 5,57 na quinta-feira. Quanto a carcaça especial, o aumento foi de 1,3%, indo para a média de R$ 5,89/kg.
Fonte: Cepea/Esalq